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23/09/13 08:30 / Atualizado em 23/09/13 08:40

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Sede de Centro de Pesquisa e Educação Ambiental apoiado pela Fenae é inaugurada em Itajaí

O Centro de Pesquisa e Educação Ambiental da Mata Atlântica Jardim das Florestas inaugurou em 14 de setembro sua sede no Alto Vale do Itajaí/SC.

Fenae Net

O Centro de Pesquisa e Educação Ambiental da Mata Atlântica Jardim das Florestas inaugurou em 14 de setembro sua sede no Alto Vale do Itajaí/SC. O prédio de três andares foi viabilizado por meio de doações de mais de 70 empresas, entre as quais a Fenae. Houve também contribuições de pessoas físicas.

A obra teve início em março de 2012 e terminou em junho deste ano. O prédio dispõe de elevador panorâmico, auditório, salas de escritório, cozinha com fogão a lenha, alojamentos e uma lareira por andar.

Empresas e cidadãos ofereceram recursos ou materiais de construção em troca do plantio de árvores nativas. A Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí (Apremavi) garantiu as mudas e os serviços.

A Apremavi surgiu há 26 anos, em Ibirama/SC, com poucas dúzias de mudinhas em um quintal. A entidade tem hoje um dos maiores viveiros de árvores nativas da região Sul, com capacidade de produção de um milhão de mudas por ano, de 120 espécies nativas da Mata Atlântica. Conta com cinco propriedades, num total de 316 hectares em uma Reserva Particular de Patrimônio Natural, em Bela Vista do Toldo, ao Norte de Santa Catarina.

A colaboração da Fenae à construção do Centro de Pesquisa e Educação Ambiental Mata Atlântica Jardim das Florestas visa a compensação de emissões de gases poluentes, prática adotada pela Federação desde 2011, denominada carbono zero.

As iniciativas da Fenae em preservação ambiental contam com respaldo e, muitas vezes, com participação direta das Apcefs. Em Santa Catarina, a Fenae já havia investido na preservação de área marinha. Em várias outras localidades onde há Mata Atlântica, como o Paraná e o Rio de Janeiro, e floresta amazônica, como o Pará, estão sendo investidos recursos para preservar esses biomas.

Todas as publicações da Federação, como a revista Fenae Agora, são editadas em papel que levam Selo de Compensação de Carbono. A Fenae também fez a compensação de gases emitidos em todas as atividades do projeto “Eu Faço Cultura”.

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