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29/07/2021 19:11 / Atualizado em 29/07/2021 19:47

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Rumo ao Conecef 2021, empregados debatem Saúde Caixa

A live reuniu entidades de servidores públicos que lutam pela manutenção da autonomia dos planos de autogestão das empresas públicas

O Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef) será realizado nos dias 6 e 7 de agosto e a Comissão de Empregados da Caixa (CEE/Caixa), com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) está promovendo uma série de lives para esclarecer os empregados sobre pontos importantes a serem debatidos no Congresso. O tema da live da última quarta-feira, 28, foi a importância do Saúde Caixa e a estratégia do governo de restringir os planos de saúde de autogestão para facilitar a privatização de empresas públicas. 

O debate, mediado pela diretora de Políticas Sociais da Fenae, Rachel Weber e pelo diretor da Fenae e do Sindicato dos Bancários da Bahia, Emanoel Souza de Jesus, foi iniciado pelo presidente da Apcef de São Paulo, Leonardo Quadros. Ele fez um histórico da luta que culminou na implementação do Saúde Caixa em 2004 e falou que o grande desafio desse ano será manter o Saúde Caixa para todos, da forma como foi concebido, confira:  

A luta pela revogação da resolução CGPAR 23, que trata de administração e custeio dos planos de saúde, é prioritária neste momento, na opinião dos debatedores, que citaram a necessidade de garantir a aprovação do PDC 956 da deputada Erika Kokay, que susta os efeitos da Resolução 23 e está na pauta do Senado Federal depois de ter sido aprovado por larga margem na Câmara Federal.  

Para a vice-presidenta da Confederação Nacional dos Urbanitários (CNU), Fabiola Antezano, está  muito clara a relação das restrições previstas na CGPar com a “gana” de retirar os direitos dos trabalhadores para preparar as empresas para futuras privatizações, como ocorreu na Eletrobras,  

 

Consultor especialista em planos de saúde, Alberto Alves Junior explicou que os planos de saúde de autogestão são baseados na solidariedade, que permite que todos os participantes tenham acesso ao sistema de forma igual, no pacto geracional, que é uma carteira equilibrada entre jovens e idosos e mutualismo, onde os mais novos pagam para manter os mais idosos no sistema. “Se isso acabar, muitos servidores dessas empresas terão que sair porque não terão condições de pagar”, alertou.  

O diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Rafael Crespo, fala sobre a situação dos petroleiros e lembrou que é preciso exercer com consciência o voto em outubro do ano que vem, porque a escolha pode interferir na vida dos empregados das estatais, confira: 

Amanda Corcino, presidente do Sindicato dos Correios do DF, acredita que é preciso unir as entidades para garantir a aprovação do PDC de autoria da deputada Erika Kokay e ressaltou que a luta continua para impedir a privatização da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) que pode ser colocada em votação a qualquer momento pelo Congresso. 

A diretora da Fenae Raquel Weber, lembrou que a luta é difícil, mas necessária e convocou todos a divulgarem a live, que continua no ar no Youtube:   

A próxima live será no dia 4 de agosto (quarta-feira), sobre condições de trabalho. Não percam! 
 
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