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26/07/2021 08:22 / Atualizado em 26/07/2021 18:27

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Representantes dos empregados solicitam prorrogação do GT Saúde Caixa

Insistência da direção do banco em limitar sua participação no custeio e a necessidade de mais debate com os usuários são algumas razões para prolongamento do prazo

Na reunião da última quinta-feira (22) do Grupo de Trabalho Saúde Caixa, o banco apresentou modelos de custeio adotados pelos principais planos de saúde por autogestão, como a Cassi (Banco do Brasil), Postal Saúde (Correios), Petrobras Saúde (Petrobras), Geap (Fundação de assistência ao servidor público) e Assefaz.  
 
Com exceção da Cassi, os modelos apresentados sofrem forte limitação para o custeio pela empresa, graças à aplicação da resolução 23 da CGPAR, da mesma forma que a direção do banco pretende impor aos usuários do Saúde Caixa. Os representantes dos empregados no GT consideram fundamental a manutenção do modelo de custeio atual (70%/30%), com autogestão por RH, em que a Caixa é mantenedora. 
 
A aplicação do limitador de até 50% dos custos previstos pela CGPAR 23, como pretende a gestão Pedro Guimarães, representaria um aumento médio de cerca de 60% nas mensalidades do plano. "Este aumento nas mensalidades iria fazer com que muitos colegas não tivessem condições de permanecer no plano, e não se justifica sob nenhuma hipótese, já que não há qualquer previsão de sua aplicação no ACT, a CGPAR não possui força de lei, e há outras estatais que não aplicam a resolução. Existe até mesmo uma portaria do governo federal que abre a possibilidade de excepcionar a aplicação da resolução. Não entendemos o porquê da insistência da gestão de Pedro Guimarães em aplicar esta resolução, que prejudica tanto os empregados da ativa e aposentados", diz o membro do GT, Sérgio Amorim. 
 
“Até agora, todas as projeções feitas pela Caixa preveem a aplicação da resolução 23 da CGPAR, que não deve ser aplicada por diversos motivos, e, inclusive, pode cair de vez com a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 956, que tramita no Senado. Por isso, vamos enviar um documento solicitando ampliação do prazo do GT, para discutirmos alternativas que não incluam a aplicação da resolução”, informou Leonardo Quadros, integrante do GT e presidente da Apcef/SP”. 
 
Esta é a primeira vez que o grupo se reúne após aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 956/18, que anula os efeitos da CGPAR 23, na Câmara dos Deputados. A matéria será apreciada pelo Senado. Clique aqui e subscreva o abaixo-assinado de apoio ao Saúde Caixa e contra a CGPAR 23.

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