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10/08/2015 07:05 / Atualizado em 10/08/2015 07:59

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Representantes de movimentos populares e de entidades sindicais participam de ato em repúdio ao atentado a bomba no Instituto Lula

A manifestação aconteceu na última sexta-feira em frente ao instituto, em São Paulo. O ex-presidente agradeceu o apoio dos movimentos populares, entidades sindicais e lideranças políticas

Cerca de mil pessoas participaram na última sexta-feira(7) de uma manifestação contra a intolerância e em repúdio ao atentado a bomba contra a sede do Instituto Lula, ocorrido na noite de quinta-feira, 30 de julho, no Ipiranga, zona sul de São Paulo (SP). Com bandeiras vermelhas e gritos de guerra, os manifestantes prestaram solidariedade ao ex-presidente Lula, que agradeceu o apoio dos movimentos populares, movimento sindical e lideranças do Partido dos Trabalhadores.

Entre os que foram prestar solidariedade ao ex-presidente, estavam os ministros Edinho Silva (Comunicação Social) e Jaques Wagner (Defesa), que atacou o atentado no instituto. “É inadmissível o que aconteceu aqui, não vamos tolerar o uso da violência.”

Também foram ao ato os presidentes PT nacional, Rui Falcão, e estadual, Emídio de Souza, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), além dos secretários municipais de São Paulo, Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Eduardo Suplicy (Direitos Humanos).

“É um ato de solidariedade, mas uma condenação ao ódio e intolerância. Essa militância que está aqui ajudou a construir a democracia nesse País e não quer perdê-la em um golpe”, afirmou Rui Falcão.

MOCÃO

A 17ª. Conferência Nacional dos Bancários, realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, aprovou moção de repúdio contra o atentado, assinada por delegados e delegadas do encontro. "Repudiamos o atentado sofrido pelo Instituto Lula no último dia 30 de julho, quando uma bomba foi lançada em suas dependências. Este ano, muito além da tentativa de atingir este instituto, configura-se na materialização da atual difusão do ódio de classe pelos órgãos da grande mídia e pelas redes sociais", diz o documento.
 

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