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05/05/2016 08:57 / Atualizado em 05/05/2016 09:09

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Projeto-piloto de segurança bancária pode ser ampliado para mais agências

Por enquanto, haverá a renovação por mais dois anos do Pacto de Recife com ampliação para mais duas praças. Implantação geral depende a inclusão de mais itens de segurança

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O projeto-piloto de segurança bancária foi discutido pela Contraf-CUT e a Fenaban, em continuidade ao calendário de discussão da Mesa Temática da Comissão Bipartite de Segurança Bancária, na quarta-feira, 4 de maio, em São Paulo. O chamado “Pacto de Recife” será renovado por mais dois anos, sendo ampliado para todas as agências, sem exceção, incluindo agências de shopping e as agências de negócios. O projeto foi inicialmente implementado nas cidades de Recife, Jaboatão e Olinda.

Há um entendimento entre a Fenaban e o movimento sindical que o projeto-piloto de segurança bancária tem que ser ampliado para todo o Brasil, segundo o secretário de Políticas Sindicais da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Gustavo Tabatinga. “A intenção é para mais duas praças, inicialmente. Além disso, para que o projeto seja implantado em novas praças tem que incluir mais itens de segurança. Esta proposta já foi levada anteriormente, pois a ideia é ampliar e agregar mais dispositivos de segurança”, explicou Gustavo. Porém, a Fenaban propôs que o mesmo projeto implantado no Recife seja levado para mais duas cidades, o que não foi aceitado pelo movimento sindical.

Atualmente no Brasil há várias leis municipais que tratam da segurança bancária e segundo o secretário, o movimento sindical posicionou-se contrário à proposta feita pela Fenaban, de dar segurança jurídica e defender alterações nas legislações municipais, para que estas ficassem similares aos projetos-pilotos de segurança a serem implementados em duas novas cidades. “Nós não concordamos em alterar lei para igualar ao projeto de teste, mas sim o contrário”. A Contraf-CUT, federações e sindicatos querem garantir e defender o projeto e propõem fazer o debate nos Estados.

Não à penalização ao trabalhador em caso de sequestro

Outro tema discutido na reunião foi que nos casos de sequestros de bancários ou seus familiares, o trabalhador não pode ser penalizado por normativas internas de bancos. Foi levado à mesa o caso do sequestro do funcionário de um banco privado em Pernambuco, cujo bancário além de sofrer toda agressão psicológica e física também foi penalizado pelo banco com demissão por justa causa. A ideia da Contraf é que na próxima reunião, a Fenaban tenha sensibilidade para tratar deste assunto que já foi minuta na CCT de 2015.

Espera-se da Fenaban o retorno das propostas enviadas, além dos dados estatísticos do primeiro semestre de 2016, na próxima reunião prevista para o dia 18 de julho.

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