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11/06/15 05:15 / Atualizado em 10/06/15 13:30

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Presidente da Fenae e prefeito de Belágua tratam de atuação do Movimento Solidário

A cidade maranhense será a próxima contemplada pelo programa de responsabilidade social e empresarial da Federação, do Grupo PAR e da PAR Corretora de Seguros. Movimento Solidário será o articulador das ações em prol do desenvolvimento econômico e social

Fenae Net

O presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, reuniu-se nesta quinta-feira (10), na sede da entidade, em Brasília (DF), com o prefeito de Belágua (MA), Adalberto Nascimento. Na oportunidade, eles trataram da atuação na cidade do Movimento Solidário, programa de responsabilidade social e empresarial da Fenae, do Grupo PAR e da PAR Corretora.

O município maranhense foi escolhido para ser o próximo contemplado pelas ações do Movimento Solidário na reunião do Conselho Deliberativo Nacional (CDN) da Fenae, em abril deste ano. A decisão teve por base os baixos indicadores sociais apresentados pela cidade como índice de mortalidade infantil, taxa de alfabetização, renda por habitante, entre outros.

Na maior parte do município, que tem 71 mil habitantes e fica a 270 quilômetros de São Luís (capital), faltam saneamento básico, água encanada e ruas pavimentadas. Dados do IBGE apontam que a incidência de analfabetismo é de 52,11%. Conforme o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e o Atlas do IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) 2013, a cidade está entre as 100 mais pobres do país, com o IDH de 0,512.

Mas a situação já foi bem pior, segundo o prefeito Adalberto Nascimento. “Até 2009, Belágua estava entre os cinco municípios mais pobres do Brasil. Nos últimos cinco anos, avançou quase 70 posições, saindo do IDH muito baixo para baixo”, relatou. Para ele, as políticas públicas do governo federal a partir de 2010 foram responsáveis pelas melhorias. “A ida do Movimento Solidário traz esperança para a região. Vamos trabalhar em conjunto com a Fenae e os parceiros para patrocinar o desenvolvimento e mudar a nossa história”, acrescentou.

Na reunião, foram elencados outros problemas da cidade como a dificuldade de acesso de quem mora na zona rural. Também foram apontadas duas vocações econômicas: o cultivo da mandioca e o turismo por estar na região próxima aos Lençóis Maranhenses.

O presidente da Fenae explicou ao prefeito que o programa Movimento Solidário, assim como fez em Caraúbas do Piauí (PI), será o articulador da atuação em prol do desenvolvimento econômico e social, envolvendo a prefeitura, governos estadual e federal, e lideranças comunitárias. “O apoio das representações políticas e administrativas do Maranhão é fundamental para que possamos articular ações para mudar a realidade de Belágua”, destaca.

Segundo Jair Pedro Ferreira, será feito também o engajamento dos empregados da Caixa que, por meio de doações na plataforma Mundo Caixa, poderão colaborar com os projetos a serem desenvolvidos em Belágua. O presidente da Fenae informou que a cidade será visitada em breve para que seja traçado diagnóstico mais detalhado dos problemas e das potencialidades.

Histórico

O Movimento Solidário foi criado pelo Comitê de Responsabilidade Social Empresarial da Fenae, do Grupo PAR e da PAR Corretora de Seguros em 2005. No ano seguinte, o programa começou a ser executado em Caraúbas do Piauí, cidade que na época tinha o 18º pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil.

Com articulação feita, que envolveu prefeitura, governo do estado e a comunidade local, e as doações dos empregados da Caixa, Caraúbas melhorou seus indicadores sociais em educação, saneamento, geração de renda, entre outros. As atividades do programa na cidade piauiense foram encerradas no dia 28 de maio deste ano.

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