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28/12/20 15:57 / Atualizado em 28/12/20 14:49

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Pandemia: como as Apcefs da Região Norte estão enfrentando a crise e atuando para estar perto dos associados

Atividades virtuais e apoio aos empregados do banco foram algumas das iniciativas realizadas pelas Associações do Pessoal da Caixa

 

O movimento associativo dos empregados da Caixa viveu em 2020 um cenário absolutamente novo que alterou completamente a rotina das Associações do Pessoal da Caixa (Apcefs) em todo o país. Com a pandemia da Covid-19, foi necessário suspender as atividades presenciais por meses e para estar ao lado dos associados, elas se reinventaram, buscando novas formas de interação. Na região Norte, com exceção da Apcef/AP, as demais já retomaram o funcionamento das sedes sociais, ou clubes como são mais conhecidos, seguindo os protocolos de segurança estabelecidos em cada Estado.

“O ano não foi perdido. Foi difícil, mas com novas oportunidades de interação com nossos associados. Estivemos "presentes" virtualmente na vida deles, mobilizando, levando informações e promovendo opção de entretenimento”, avalia o diretor da Região Norte da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e presidente da Associação do Pessoal da Caixa de Rondônia (Apcef/RO), Jerry Fiuza.

Em Rondônia, uma das alternativas de interagir com os associados foi o projeto Celebra, que consistia na distribuição de prêmios para quem respondesse um quiz sobre a história e atividades da Apcef, fundada em 1988.

Para o presidente da Apcef/AC, Francisco Sales da Silva Junior, o maior desafio foi fortalecer o papel da associação como entidade representativa. “Muitos entram e se associam com o objetivo de usar nossa sede e participar dos eventos da Fenae. Por isso, a necessidade de mostrar ao  associado a importância de ter entidades que defendam seus direitos”, diz o dirigente.

No Amapá, a pandemia comprometeu as atividades esportivas e recreativas. A sede social chegou a funcionar parcialmente, com até 25 pessoas, para atividades esportivas de campo quando houve flexibilização por decreto estadual ou municipal. Entretanto, com o blecaute de energia ocorrido no Estado o espaço teve ser fechado. Somente a secretaria segue em funcionamento, em decorrência dos decretos do estado.

“Estamos aproveitando esse tempo, na medida do possível, para tocar algumas obras estruturantes do clube e dar uma boa organizada para os nossos associados”, explica o presidente da Apcef/AP, Eduardo Brito Coelho.

Para engajar os associados, a entidade intensificou a divulgação de informações via WhatsApp. Outra ação importante, segundo o presidente da associação do Amapá, foi a realização de lives com os sócios inscritos no Talentos Fenae/Apcef 2020. “Mesmo com as dificuldades, tivemos adesão associativa nesse período de pandemia”, disse Eduardo Brito.

A Apcef/RR focou na divulgação das ações da Fenae, estratégia para manter a interação com os associados durante o período em que a sede social ficou fechada. Segundo o presidente da entidade, André Ferreira da Silva, isso refletiu positivamente. “Tanto que tivemos um número maior de participantes no Talentos Fenae/Apcef esse ano em nosso Estado”, explicou.

Depois de um período de restrições absolutas, a sede social da associação de Roraima foi reaberta em 11 de outubro, com a comemoração do Dia do Saci. A participação no evento foi bem maior do que a diretoria esperava, o que, na avaliação de André, demonstra que os associados estavam ansiosos pela reabertura, mas que a retomada das atividades está sendo realizada respeitando as medidas sanitárias para prevenção da Covid-19.

Além da interrupção das atividades, as Apcefs também tiveram como desafio se organizar financeiramente. “A receita caiu, principalmente por conta da falta de locação dos espaços da sede social. Com isso tivemos que fazer algumas adequações e assegurar o emprego dos nossos funcionários. Com muito trabalho e dedicação, estamos conseguindo superar esse momento mais difícil”, relata o presidente da Apcef/ TO, Krumaré.

A sede social da entidade voltou a funcionar e aos poucos, seguindo os protocolos de segurança, as atividades presenciais estão sendo retomadas.

O fechamento da sede social também trouxe reflexos financeiros para a Apcef/AM, que tem quase 60% das suas receitas provenientes das atividades esportivas com escolinhas de várias modalidades, além do restaurante, academia e salão de eventos.

“Não poderíamos deixar de agradecer a Fenae, que tem nos dados apoio e por ter mantido seus serviços de forma virtual para que nossos associados não se sentissem desamparados, em especial o novo formato do Talentos Fenae/Apcef”, destaca o presidente da associação amazonense, Osmar Pantoja da Silva.   A sede social em Manaus foi reaberta em agosto, com os cuidados exigidos pela secretaria municipal de saúde.

Na Apcef/PA, o foco foi dar apoio aos empregados Caixa nas unidades. “Juntamente com a Agecef (Associação dos Gestores) e a AEA(associação dos Aposentados e Pensionistas), produzimos máscaras para distribuir com os colegas e buscamos dar apoio psicológico aos empregados que estavam se expondo para atender a população”, explica o presidente da entidade,  Alberto Henrique Rodrigues Araújo.

Além de visitar as unidades, a associação paraense também promoveu lives semanais voltadas para prática esportiva e intensificou a comunicação com os associados via grupos de WhatsApp.

 

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