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07/12/20 19:28 / Atualizado em 07/12/20 19:31

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Jornal Metrópoles destaca posicionamento da Fenae sobre reestruturação da Caixa

Sergio Takemoto informou ao jornal que as mudanças atingem áreas responsáveis pelo papel social do banco. “Esta gestão está sendo caracterizada pelo autoritarismo, pela falta de preocupação com o ser humano”

O alerta da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) sobre a recente reestruturação realizada pelo banco foi destaque no jornal Metrópoles neste final de semana (5). A Federação criticou a direção da Caixa pela maneira desrespeitosa que está realocando seus trabalhadores. Não houve aviso prévio, planejamento e sequer negociação com os bancários - muitos vão perder funções e cargos em comissão e não sabem para onde serão transferidos.

“A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) estima que mais de 170 imóveis não terão os aluguéis renovados ou serão vendidos. Com isso, empregados chegaram para trabalhar nesta semana e não sabiam para onde seriam transferidos, além estarem vivendo a incerteza de ter o salário reduzido”, destacou o jornal.

Ao jornal, o presidente da Federação, Sergio Takemoto, informou que as áreas atingidas com a reestruturação são responsáveis pelo papel social do banco. “É uma coisa absurda. É como se a Caixa dissesse ao empregado: ‘Se vira para achar um lugar para trabalhar’. Esta gestão está sendo caracterizada pelo autoritarismo, pela falta de preocupação com o ser humano. Além do mais, as principais áreas atingidas são responsáveis pelo principal papel da Caixa, que é o social”, disse.

Estas áreas são as gerências Executivas de Governo (Gigov) e gerências Executivas de Habitação (Gihab), áreas responsáveis pelo planejamento urbano dos municípios.

As mudanças também atingem as áreas da vice-presidência Rede de Varejo (Vired), vice-presidência Tecnologia e Digital (Vitec), vice-presidência Logística e Operações (Vilop). Gerências como de tecnologia (Gitec), de logística (Gilog), de segurança (Giseg) e de Alienação de Bens Móveis e Imóveis (Gilie), teriam as filiais extintas e parte de suas atividades seriam transferidas para centralizadoras que seriam criadas.

O Metrópoles também trouxe a situação de uma empregada que preferiu não se identificar. Insegura sobre seu futuro na empresa, ela relatou a maneira arbitrária e nada transparente adotada pela Caixa. “As coisas na Caixa Econômica não estão sendo transparentes. Não teve conversa, não teve nada. Foi uma coisa bem arbitrária mesmo. O RH [Recursos Humanos] mandou uma lista, mas todas as áreas estão bloqueadas, a única opção é que os empregados estão indo para as agências”, informou.

Leia aqui a matéria.

 

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