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23/02/21 19:16 / Atualizado em 24/02/21 08:36

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Imprensa destaca denúncia de entidades sobre cobrança de metas abusivas e relaxamento de protocolos de proteção à Covid-19

Nesta terça-feira (23), dirigentes de entidades associativas e sindicais participam do Seminário “Defesa da Caixa, do Brasil e da Vida” para debater os problemas relacionados às condições de trabalho no banco público

Com o título Bancários da Caixa denunciam cobrança de metas inatingíveis, assédio moral e afrouxamento de normas de proteção à covid, o  Blog do Servidor , do Correio Braziliense, noticiou a precarização das condições de trabalho no banco público, com cobranças de metas incompatíveis com o contexto da pandemia da covid-19, casos de assédio moral, afrouxamento de normas de proteção à saúde dos trabalhadores e pressão para o retorno presencial, apesar do recrudescimento dos casos de contaminação pelo coronavírus em diferentes locais do país. 

Esses problemas serão debatidos, logo mais à noite, no Seminário “Defesa da Caixa, do Brasil e da Vida”, que contará com a participação de dirigentes sindicais Caixa de todo o país, dentre eles o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto. 

“Não fosse o empenho dos empregados da Caixa Econômica para o pagamento do auxílio emergencial e de outros tantos benefícios sociais, 120 milhões de brasileiros não teriam conseguido sobreviver nesta crise econômica sem precedentes”, ressaltou Takemoto em declaração ao blog. 

No último dia 10, lembra o Blog do Servidor, a Fenae e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) participaram de uma primeira audiência com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para tratar de perseguições a empregados registradas ao longo da reestruturação imposta pelo banco. 

O MPT deu um prazo de 30 dias para que o banco apresente todas as informações solicitadas. A partir daí, o Ministério Público do Trabalho definirá os próximos desdobramentos. 

“As metas continuam desumanas, além do forte assédio aos trabalhadores”, reforçou a coordenadora da CEE, Fabiana Uehara Proscholdt. 

“É inacreditável que em um momento em que os empregados estão sendo exemplo de dedicação, a direção da Caixa imponha metas inatingíveis. A meta do banco deveria ser preservar a vida dos bancários e da população”, argumentou o presidente da Fenae. 

 

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