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10/02/21 16:00 / Atualizado em 10/02/21 17:15

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Imprensa destaca denúncia da Fenae e Contraf-CUT ao MPT sobre perseguições a empregados da Caixa durante reestruturação

Matéria sobre o assunto foi publicada no Blog do Servidor do Correio Braziliense desta quarta (10). Ministério Público do Trabalho deu prazo de 30 dias para direção do banco se posicionar

A atuação das entidades representativas na defesa por melhores condições de trabalho para os empregados da Caixa foi mais uma vez destaque na imprensa. Na edição desta quarta-feira (10), o jornal Correio Braziliense noticiou audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT), da qual participaram representantes da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) para tratar de perseguições a trabalhadores do banco público durante a reestruturação imposta pela direção da empresa. 

A notícia, que está no Blog do Servidor, traz declarações do vice-presidente da Fenae, Marcos Saraiva. “Essa audiência foi importante para informarmos ao Ministério Público sobre o que está ocorrendo. Não houve um aviso formal do banco comunicando a medida e nem tempo razoável para que os empregados pudessem entender o que estava acontecendo”, destaca o dirigente. 

Segundo Marcos Saraiva, a medida gerou pânico e insegurança entre os trabalhadores e que as entidades associativas e sindicais têm cobrado posicionamento da empresa sobre a transferência arbitrária dos trabalhadores. 

A secretária da Cultura da Contraf-CUT e coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Uehara, também participou da audiência e reforçou  que as mudanças vêm sendo impostas sem planejamento.  “Falamos sobre as denúncias de perseguições. São medidas discriminatórias que vêm sendo tomadas em situações de realocação de trabalhadores incorporados e aposentados e também em relação àqueles que estão próximos de se aposentar”, reforçou. 

Ainda, segundo o jornal, os representantes da Caixa alegaram que a reestruturação tem o objetivo de reforçar algumas áreas da empresa em decorrência da pandemia da covid-19. 

O procurador do trabalho deu um prazo de 30 dias para que a Caixa apresente as informações solicitadas e então definir os desdobramentos.

 

 

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