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22/06/17 13:51 / Atualizado em 23/06/17 09:34

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Fenae participa de audiência em MS para criar Frente em defesa dos bancos públicos

Ao lado de entidades e federações, bancários do Mato Grosso do Sul ampliam debate contra a quebra e desestruturação dos bancos públicos, que vem sendo tentado pelo Governo Federal

O lema “Em defesa dos bancos públicos: se tem banco público tem desenvolvimento” ecoa Brasil afora e incentiva cada vez mais a luta em defesa das empresas públicas. Nesta terça-feira (20), os bancários de Mato Grosso do Sul se mobilizaram em audiência pública para a criação de uma Frente Parlamentar Estadual em Defesa dos Bancos Públicos. A essa frente, a Fenae se fez presente por meio do presidente da Federação, Jair Pedro Ferreira, junto com diversas instituições, como a, Contraf-CUT, Dieese e Fetec-CUT/CN.

“A mobilização que ocorre nacionalmente em defesa do Brasil e das empresas públicas é demonstrada neste evento pela força da união das categorias de trabalhadores. Os bancários, empregados da Caixa e demais empregados das empresas públicas estão atentos e não deixarão o Governo Federal promover a quebra e desestruturação dos bancos federais para privatizá-los”, afirma Jair Pedro Ferreira, ao lembrar o lema “Se é público, é para todos. Pois defender as empresas públicas é defender o Brasil”.

O presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, defendeu durante a audiência: “Precisamos dar visibilidade para esse debate. A sociedade tem que saber o que os bancos públicos significam. Defendemos o emprego, mas também promovemos a discussão sobre o projeto de desenvolvimento do Brasil”. 

A criação da Frente Parlamentar Estadual foi proposta em parceria com o Sindicato dos Bancários de Campo Grande-MS e Região, Sindicato dos Bancários de Dourados e o deputado estadual João Grandão (PT/MS), com o objetivo de evidenciar e combater o desmonte das instituições financeiras públicas promovido pelo Governo Federal.

“O que está acontecendo é a desestruturação dos bancos federais, com demissões e fechamento de agências com o intuito de privatizá-los. Na medida em que o serviço é precarizado, se justifica para a população a privatização desta instituição”, afirma o presidente da Fetec-CUT/CN, Cleiton dos Santos.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Campo Grande-MS e Região, Edvaldo Barros, reforçou que ao invés de privatizar, é preciso investir mais nos bancos públicos.

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