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01/04/2021 11:05 / Atualizado em 01/04/2021 15:14

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Empregado Caixa: participe da live que debaterá, nesta quinta-feira (1º), a PLR Social

A transmissão será feita pelo Youtube da Fenae, logo mais às 19h

A direção da Caixa agiu de má fé quando pagou a PLR Social com base na divisão linear de 3% do lucro líquido entre todos os empregados e não de 4%, como determina o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) vigente. Participe da discussão, que traz essa avaliação feita pelo Dieese, na live “PLR Social em Debate”. Será logo mais, às 19h, com transmissão ao vivo pelo Youtube da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae).

Participam da live: Sergio Takemoto, presidente da Fenae; Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa; Leonardo Quadros, presidente da Apcef/SP e integrante da CEE/Caixa; Gustavo Cavarzan, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e Paulo Roberto da Silva, assessor jurídico da Fenae.  

“Isto é má fé. A PLR está condicionada ao desempenho da Caixa em programas sociais. Utilizar as metas comerciais desumanas para avaliar o desempenho dos colegas é uma falta de respeito. Os empregados superaram a meta em outros itens e a Caixa não considerou. Onde está a valorização dos empregados?”, questionou a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt.

“O que a direção do banco está fazendo com os empregados é desumano. É importante que os empregados participem da live. Depois de um ano de total dedicação e empenho para pagar o auxílio emergencial a 120 milhões de pessoas, o reconhecimento da Caixa é retirar direitos dos trabalhadores. Não vamos permitir este ataque a um direito histórico, conquistado com muita luta”, destacou Sergio Takemoto.

O representante do Dieese explica que a Caixa pagou a PLR Social com base na divisão linear entre todos os empregados de 3% do lucro líquido, e não de 4%, como determina o ACT vigente. Como justificativa, a Caixa alega que os empregados não atingiram as metas estabelecidas e por isso utilizou o percentual de 3% em vez de 4%. Esse erro é inadmissível, pendendo da situação do empregado, a perda pode chegar até R$ 1.593.

O debate também abordará as recentes decisões do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as admissões dos concursados por meio de ações judiciais. O julgamento da Ação Civil Pública do Ministério Público do Trabalho, que trata da contratação dos concursados da Caixa de 2014, tem como assistentes a Fenae e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT). O julgamento está marcado para o dia 7 de abril, no Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO). 

 
Live: PLR Social em Debate 
Data: Quinta-feira (1º) 
Horário: 19h 
Transmissão: Youtube da Fenae 

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