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19/10/15 07:26 / Atualizado em 20/10/15 08:26

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CUT elege nova diretoria com paridade de gênero

A composição foi referendada durante o 12º Concut (Congresso Nacional da CUT), que ocorreu em São Paulo, entre os dias 13 e 16 de outubro. Vagner Freitas é reconduzido ao cargo de presidente


Durante o 12º Concut (Congresso Nacional da CUT), encerrado em São Paulo na última sexta-feira (16), foi eleita a nova diretoria da entidade que comandará a Central até 2019. Entre secretários e diretores executivos, serão 44 nomes, pela primeira vez com paridade de gênero. Segundo o presidente nacional da Central, Vagner Freitas, a nova configuração, com representantes de todo o país, reflete a pluralidade da base cutista.

"Construímos a central pensando em cada trabalhador e trabalhadora, os que estão nas roças e fábricas, nas escolas, nos bancos. É por isso que somos socialistas e temos classe. Somos uma central para enfrentar os patrões. Uma central que organiza a classe trabalhadora e enfrenta o capitalismo. " No encerramento do Congresso, Vagner fez referência aos trabalhos que são construídos a partir das entidades. "A importância do movimento sindical está nos sindicatos de base. Agradeço aos nossos quatro mil sindicatos. A CUT não orienta os sindicatos, a CUT é orientada pelos sindicatos, que são os mais combativos do Brasil", afirmou.

Ele agradeceu o trabalho e o compromisso dos dirigentes que deixam a Executiva nesta sexta. O presidente destacou a renovação de quadros e citou que a CUT manterá o compromisso de mudar o país para além do mundo sindical.

Vagner Freitas encabeçou chapa única e consensual, que permitiu, inclusive o anúncio antecipado da Executiva Nacional da Central. Durante o 12º Concut, foi definida uma linha política a ser seguida pela Central nos próximos quatro anos, que tem como eixos a defesa das reformas agrária, tributária, educacional, política e das comunicações, entre outros.

Paridade

Vice-presidenta reeleita, Carmen Foro, disse que uma nova Central nasce a partir de hoje. "A paridade já começou com a divisão de falas no discurso político", brincou. "A CUT tem nova cara a partir de hoje, porque tem nas estaduais e na direção nacional 50% de homens e 50% de mulheres. Nunca mais seremos os mesmos e queremos também ver a juventude mais presente. Temos também que garantir que a juventude se empodere do movimento sindical e faça parte de todos os processos", acrescentou.
 

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