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26/05/2011 09:11 / Atualizado em 26/05/2011 09:30

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CUT, centrais sindicais e aposentados debatem programa “Brasil sem Miséria” com governo Dilma

Fenae Net

Representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e de outras centrais sindicais, além de uma comitiva do segmento dos aposentados, debateram com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o programa “Brasil sem Miséria”. O encontro foi nesta quarta-feira, dia 25 de maio, e aconteceu em Brasília (DF).

Na ocasião, a ministra Campello afirmou que o plano governamental de combate à miséria está sendo construído com contribuições dos movimentos sindical e social e que, mesmo após o seu lançamento, em 2 de junho, o governo estará recebendo sugestões para aprimorá-lo sempre mais.

Para o programa “Brasil sem Miséria”, o governo Dilma Rousseff decidiu que a renda mensal que define a linha de extrema miséria do país é de até R$ 70,00 por pessoa da família. Esse valor é superior à linha adotada nos Objetivos dos Milênios/Pnud, que é de US$ 1,25.

O público-alvo desse plano é formado por 16,2 milhões de pessoas. Desse total, 59% vivem no Nordeste e 17% no Norte do país. A maioria desse contingente encontra-se na área rural, respectivamente, 52% e 56%.

Na reunião com a ministra Tereza Campello, a CUT deixou claro que “combater a miséria não é só combater a fome. Há também outras questões importantes, como saneamento básico”. A entidade entende ser preciso que o plano não fique apenas na assistência, mas passe a contribuir para a emancipação das pessoas. Para a CUT, “o direito e o acesso à terra são fundamentais para um programa como esse dar certo. Isso sem contar o acesso aos serviços públicos para quem vive no campo, nas regiões ribeirinhas”.

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