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02/03/20 18:03 / Atualizado em 02/03/20 18:06

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Coronavírus: saiba o que é e como prevenir

Segundo especialistas, não há motivo para pânico já que a doença apresenta uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe

O Brasil confirmou dois casos do vírus denominado COVID-19. O Coronavírus que está circulado pelo mundo, descoberto na China, faz parte de uma família de vírus que causam infecções respiratórias.

Os coronavírus são a segunda principal causa do resfriado comum e, até as últimas décadas, raramente causavam doenças mais graves em humanos do que o resfriado comum. Há sete coronavírus humanos (HCoVs) conhecidos, entre eles o SARS-COV (que causa síndrome respiratória aguda grave), o MERS-COV (síndrome respiratória do Oriente Médio) e o COVID-19.

No mundo, 16 paises já tiveram casos confirmados. São eles: Alemanha, Austrália, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, França, Irã, Itália, Malásia, Camboja, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Japão, Singapura, Tailância e Vietnã.

O último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde registrou 252 casos suspeitos no Brasil. Até agora, nenhum caso novo foi confirmado, além dos dois conhecidos. Os 45 novos casos suspeitos são em São Paulo, que passou de 91 para 136. Desde o começo do monitoramento, 89 suspeitas foram descartadas.

Apesar do surto ser considerado pela OMS Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), os especialistas reforçam que não há motivo para pânico, já que a letalidade da doença é muito menor do que a da Síndrome respiratória aguda grave (SARS) e do H1N1.

Para prevenção, os cuidados de higiene precisam ser intensificados, e é importante frisar que portadores de doenças respiratórias e pessoas com mais de 60 anos correm mais risco.

A preocupação do governo é de que haja sobrecarga nas unidades de saúde, não por acaso. Os ataques ao SUS, iniciados no governo Temer e aprofundados por Bolsonaro, diminuiu substancialmente o repasse dos recursos federais para a Saúde Pública.

Os primeiros sinais de retrocesso já são sentidos, como o aumento das taxas de mortalidade infantil e materna e ao mesmo tempo o reaparecimento de epidemias há anos extintas como sarampo e meningite.

PRINCIPAIS SINTOMAS:

A transmissão vírus pode ocorrer pelo ar ou por contato com saliva, espirro, tosse, catarro, contato como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Os primeiros sintomas se assemelham com um resfriado comum e podem demorar até 12 dias para aparecer. Até agora, os sintomas conhecidos são: febre, tosse e dificuldade para respirar.

PREVENÇÃO:

Lavar as mãos com água e sabão é a melhor forma de se prevenir. Além disso, deve-se evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas e evitar contato próximo com pessoas doentes.

Diante de algum sintoma, a recomendação é ficar em casa, cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo e limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.

Devem procurar assistência médica apenas pacientes com febre persistente (mais de 24 horas) e desconforto respiratório que tiveram contato com pessoas que foram ao exterior.

Em caso de dúvidas, acesse o site e as redes sociais do Ministério da Saúde:
https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus
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