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14/08/18 11:07 / Atualizado em 14/08/18 12:07

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Ato em Brasília nesta quarta mobiliza bancários em defesa dos bancos públicos e contra a CGPAR 23

A mobilização acontecerá em frente ao Ministério da Fazenda e faz parte do calendário de lutas da Contraf-CUT e Comando Nacional dos Bancários na Campanha Nacional 2018

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Nesta quarta-feira (15),  às 10h, em frente ao Ministério da Fazenda, em Brasília (DF), será realizado um grande Ato em Defesa dos Bancos Públicos e contra o CGPAR 23, medida que impõe mudanças em planos de saúde de estatais federais e ameaçam direitos dos associados e a própria sustentabilidade dos planos. A Fenae será representada pelo diretor-presidente, Jair Pedro Ferreira.

A mobilização faz parte do calendário de lutas definida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e do Comando Nacional dos Bancários na Campanha Nacional 2018. Segundo a orientação, as entidades sindicais que não puderem participar da atividade no Distrito Federal, poderão realizar atos simultâneos nos estados, denunciando os excessos das medidas da CGPAR e a tentativa de desmonte dos bancos públicos.

“Precisamos nos mobilizar fortemente para manter nossos direitos, assegurar a Caixa 100% pública e reafirmar o papel social que o banco desemprenha no país. Nesse sentido, a participação de toda a categoria é essencial”, afirma Jair Ferreira.

A presidente da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, concorda que todos os trabalhadores devem participar da luta. "Essas determinações da CGPAR enfraquecem os planos de saúde de autogestão e são mais uma medida que visa empurrar as pessoas para os planos privados", diz a presidenta. "Todos os trabalhadores, e não só os funcionários públicos, estão sofrendo com os ataques do governo Temer e seus aliados no golpe contra a saúde. Temos de nos unir para barrar esses ataques”, completa.

Ataque

As resoluções 22 e 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR) determinam que empresas estatais reduzam despesas com a assistência à saúde dos trabalhadores e limita a 6,5% da folha de pagamento a participação no custeio dos planos de saúde dos funcionários pelas empresas públicas. Isso afeta planos de saúde de autogestão como o Saúde Caixa.

Revogação das resoluções da CGPAR

Além dos atos desta quarta-feira, os trabalhadores buscam a revogação das resoluções da CGPAR pela via legislativa com o Projeto de Decreto Legislativo (PDC 956/2018), de autoria da deputada federal Erika Kokay (PT-DF). Por meio de uma enquete da Câmara dos Deputados, todo cidadão pode dizer se concorda ou não com o projeto da deputada, que visa sustar as resoluções da CGPAR. Participe!

 

 

 

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